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Leitura e interpretação da Paisagem dos Rios Canalizados (Rio Água Preta)

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Leitura e interpretação da Paisagem dos Rios Canalizados (Rio Água Preta)

Horário e local

19 de mar. 10:00 – 13:00

Água Branca, R. Clélia, 93 - Água Branca, São Paulo - SP, 05042-000, Brasil

Sobre o evento

No dia 19 de março, faremos uma atividade de Leitura e interpretação da Paisagem dos Rios Canalizados na cidade de São Paulo e escolhemos o Rio Água Preta que fica na região do bairro da Pompéia em São Paulo/SP. Iniciaremos com um bate-papo com o Biólogo Cauê Vida e o Ativista Ambiental Adriano Sampaio. Eles irão nos acompanhar numa expedição para poder apresentar o percurso e as nascentes do Rio Água Preta.

Durante o percurso iremos conhecer três lagos, feitos pela comunidade e coletivos, onde teremos a possibilidade de observar a relação das pessoas que residem ou frequentam a região com as águas desse rio. O foco é fazer os participantes pensarem possíveis soluções para uma cidade melhor, onde possamos conviver em harmonia com os cursos d’água que são encontrados em toda a cidade. Olha que não tem pouca água na cidade, oficialmente são mais de 300 rios existentes em São Paulo, mas alguns deles não conseguimos observar, pois o processo de urbanização e o progresso fez com que eles fossem canalizados e escondidos, mas eles estão lá, sempre fluindo!

A atividade tem a finalidade de mostrar como está a situação dos nossos rios e nascentes, o ativista Ambiental Adriano Sampaio estuda e mapeia os rios de São Paulo, o trabalho começa com a escolha de alguma bacia hidrográfica da cidade para uma expedição com a intenção de identificar as nascentes e coletar informações sobre cada rio, normalmente ele percorre entre 10 e 20 km para conseguir encontrar as nascentes. A busca começa com a consulta de mapas e conversas com moradores antigos de cada região visitada, a fim de levantar dados sobre cada curso d’água. Como o próprio Adriano fala “Se quisermos nossos rios de volta, temos que estar com este desejo, desde o cidadão comum até os grandes órgãos púbicos e ONGs”.

Para finalizar as atividades, conheceremos o Cerrado Infinito. É um trabalho de arte contemporânea, que cria uma trilha com a vegetação nativa perdida do Bioma do Cerrado no ambiente urbano. O processo artístico teve início em locais públicos como praças, gramados ou jardins, abrindo a trilha e substituindo a vegetação estrangeira pela nativa, em um processo de descolonização vegetal da paisagem. Para isso, o artista Daniel Caballero faz expedições em busca de plantas sobreviventes, coletando indivíduos esparsos na malha urbana, para plantâ-las em ações colaborativas. A imersão na vegetação, convida ao ócio, a sensibilização e descolamento da espacialidade e tempo cotidiano. Já são mais de 50 espécies do cerrado paulista na Praça da Nascente, entre elas a cidreira-limão, o ipê-amarelo, a vassourinha, a dormideira, a carqueja, a língua-de-tucano, o capim-barba-de-bode, o araçá, o milho-de-grilo e a canela-de –velho.

O local de inicio das atividades será em frente à Cafeteria do SESC Pompéia por volta das 10h00 e com uma Roda de Conversa na Praça da Nascente (Praça Homero Silva) por volta das 13h00.

Ingressos

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  • À partir

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