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BUTANTAN

O Instituto Butantan é o principal produtor de imunobiológicos do Brasil, responsável por grande porcentagem da produção nacional de soros hiperimunes e grande volume da produção nacional de antígenos vacinais, que compõem as vacinas utilizadas no Programa Nacional de Imunizações – PNI, do Ministério da Saúde. As atividades de desenvolvimento tecnológico na produção de insumos para a saúde estão associadas basicamente à produção de vacinas, soros e biofármacos para uso humano. Sua principal missão institucional é, portanto, atender às demandas primordialmente voltadas para a saúde pública, contribuindo com o Estado no contínuo esforço de prover o bem-estar da população.

O Instituto desenvolve estudos e pesquisa básica nas áreas de Biologia e de Biomedicina relacionadas, direta ou indiretamente, com a saúde pública. Realiza missões científicas no país e no exterior através das Organizações Mundial e Panamericana da Saúde, UNICEF e ONU. Colabora para a melhoria da saúde global com outros órgãos da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo e do Ministério da Saúde, no Brasil. Atua em parceria com diversas universidades e entidades, na consecução de seus objetivos institucionais.

Desenvolve projetos de pesquisas básica e aplicada, tais como estudos sobre animais peçonhentos, agentes patogênicos, inovação e modernização dos processos de produção e controle de imunobiológicos e estudos clínicos, terapêuticos e epidemiológicos relacionados aos acidentes humanos causados por animais peçonhentos.

Capacitam alunos através de estágios em nível de iniciação científica, aperfeiçoamento profissional e pós-graduação (mestrado e doutorado). É responsável pelo Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Toxinologia e, mais recentemente, MBA Gestão da Inovação em Saúde, que apresenta todas as etapas e processos existentes entre pesquisa, inovação, patenteamento, produção e comercialização de produtos.

Oferece também cursos de extensão, visando à formação de profissionais que possam ser multiplicadores de informações em saúde pública, cursos de aperfeiçoamento de curta duração, abordando temas como animais peçonhentos, insetos de importância médica, soros e vacinas, destinados à comunidade em geral, estudantes, professores, militares, bombeiros, agropecuaristas, entre outros.

PARQUE ESTADUAL DO JARAGUÁ

O Parque Estadual Jaraguá (PEJ) possui 492 hectares e abriga um dos últimos remanescentes de Mata Atlântica da Região Metropolitana de São Paulo.

Antiga fazenda do ciclo do ouro, sua área foi adquirida pelo Governo Estadual em 1939 e transformada em Parque Estadual em 1961, com o objetivo de proteger os recursos naturais da região, incentivar a pesquisa cientifica e promover a educação ambiental.

Nas trilhas é possível observar espécimes nativos de flora e fauna, como macaco-prego, tucano-de-bico-verde, bicho-preguiça, palmeira-juçara, guapuruvus, ipê-amarelo, pau-d’alho, dentre outros.

As primeiras expedições na região ocorrem no final do séc. XVI e foram descobertos os primeiros indícios de ouro no Brasil, contribuindo para o inicio do ciclo do ouro na região do Jaraguá. Porém somente após alguns anos o bandeirante Afonso Sardinha conseguiu se estabelecer no local e construir o Grande Casarão Bandeirista e o tanque de lavagem de ouro que ainda hoje existem como testemunho da exploração aurífera. A profusão de ouro retirado das minas do Jaraguá rendeu-lhe o apelido de Peru-do-Brasil. A exploração do ouro se estendeu até meados do século XIX, quando a atividade econômica principal passou a ser o cultivo do café.

A partir daí, a fazenda Jaraguá passa por vários proprietários até 1939, quando foi adquirida pelo Governo do Estado de São Paulo. Em 03 de maio de 1961 foi criado o Parque Estadual do Jaraguá.

De acordo com a Fundação Nacional do Índio (FUNAI), a atual população indígena do Brasil é de aproximadamente 818.000 indivíduos, representando 0,4% da população brasileira. Vivendo em aldeias e somam 503.000 indígenas. Há, contudo, estimativas de que existam 315.000 vivendo fora das terras indígenas, inclusive em áreas urbanas.